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Na outra margem da memória

"I don't think we did go blind, I think we are blind, Blind but seeing, Blind people who can see, but do not see.” José Saramago, Blindness.

14
Jul17

Devaneios

Durante o dia de hoje tenho andado a falar com uma amiga sobre viver e trabalhar no estrangeiro, porque embora a vontade seja a de continuar em Portugal a verdade é que imigrar não nos é uma realidade tão distante quanto isso. Toda esta conversa começou por causa dos blogs, uma vez que eu lhe disse que adorava ler as experiências de pessoas que estavam a trabalhar no estrangeiro e que conhecia cada vez mais pessoas nessa situação.

Ainda nenhuma de nós acabou o mestrado, mas a lista de países está a ser discutida: Suíça (mas eu preferia aprender o alemão, já ela preferia reaprender o francês), Alemanha(again o problema de aprender alemão, que sopomos nós não seja assim tão fácil quanto isso), Reino Unido (mas e o Brexit?), Espanha e Itália (mas estes estão parecidos com Portugal), Holanda, Suécia ou Noruega (again as línguas). Enfim toda uma panóplia de questões foram discutidas muito em tom de brincadeira é certo, mas que no fundo me deixou a pensar no assunto. E se eu tiver de chegar ao ponto de deixar a minha família em Portugal para começar a minha vida? A ideia de ir à descoberta é gira, mas a ideia de deixar os meus pais sozinhos é muito pior...

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"Começo a conhecer-me. Não existo. Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram, ou metade desse intervalo, porque também há vida ... Sou isso, enfim ... Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor. Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo. É um universo barato. " Álvaro de Campos

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