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Na outra margem da memória

"I don't think we did go blind, I think we are blind, Blind but seeing, Blind people who can see, but do not see.” José Saramago, Blindness.

25
Jul17

Paixões à solta

Durante este último semestre consegui uma proeza que nunca eu tinha conseguido na minha existência, sim pessoal podem bater palmas (pronto, já chega!!).

Na verdade eu sempre me afirmei como alguém que gosta de ler, contudo era uma leitora só durante as férias, no início de cada semestre começava sempre um livro que continuava na mesinha de cabeceira à espera de ser lido até ao fim do semestre ou até ter algum tempinho livre. Este ano foi diferente, decidi pegar em livros fácil de ler, sem grandes prosas ou poesias, coisas rápidas, que fluem ao jeito de telenovela mexicana e que sei que muito provavelmente conseguiria arranjar nem que fossem uns quinze minutos antes de adormecer para ler umas páginas! Os primeiros livros que li foi o “Girl Online 2” sobre o qual já falei aqui no blog e “Um crime no expresso do oriente” de Agatha Christie.

O primeiro livro que vou falar aqui é o “Paixões à solta” de Jill Mansell, um para o qual não tinha expectativas nenhumas uma vez que vinha como oferta do livro “Anexos”, sobre o qual vou falar um dia aqui no blog!!

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O livro conta a história de Daisy, diretora de um hotel rural, cujo marido infiel morre num acidente de carro. Desconfiada de homens bonitos e charmosos conhece o famoso Dev Tyzack, sendo este o ponto de partida para este livro. Conhecemos melhor a história da Daisy bem como de alguns dos funcionários do hotel e é um livro divertido e que deixa um bichinho para o continuarmos a ler. Pelos comentários que li online acho que deve ser um livro de amor/ódio, mas por aquilo que me toca a mim não me desiludiu nada, muito antes pelo contrário!

Fácil, divertido e relaxantes tudo aquilo que se pede a um livro quando queremos é escapar do stress do dia-a-dia!!

Já alguém leu o livro ou alguma coisa da autora? O que recomendam?

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"Começo a conhecer-me. Não existo. Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram, ou metade desse intervalo, porque também há vida ... Sou isso, enfim ... Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor. Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo. É um universo barato. " Álvaro de Campos

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