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Na outra margem da memória

"I don't think we did go blind, I think we are blind, Blind but seeing, Blind people who can see, but do not see.” José Saramago, Blindness.

31
Jan14

são artistas minha gente, artistas.

Gostava de ter o dom da escrita, fazer "música" com as palavras como Oscar Wilde com Dorian Grey ou Tolstoi com os Karenine, de ter a imaginação daqueles que talvez por sonhar em demasia encontram mundos que não é suposto serem encontrados ou histórias com uma vontade desmesurada para serem contadas. Gostava que também as minhas palavras fluíssem em mentes estranhas com a simplicidade e a beleza com  que as palavras destes génios passam pelo comum mortal. Admiro-os por terem a capacidade de mostra a sua "dança" e destapar o véu da sua intimidade, são artistas minha gente, artistas.

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"Começo a conhecer-me. Não existo. Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram, ou metade desse intervalo, porque também há vida ... Sou isso, enfim ... Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor. Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo. É um universo barato. " Álvaro de Campos

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