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Na outra margem da memória

"I don't think we did go blind, I think we are blind, Blind but seeing, Blind people who can see, but do not see.” José Saramago, Blindness.

15
Dez14

Uma luz ao fundo do túnel

E que tal aquele momento em que tu te lembras que andas tão atarefada, tão cansada, deprimida e outras  coisas que não vale a pena mencionar e te lembras que tens um blog, que por acaso até gostas e que já lá não escreves à um mês (mais coisa menos coisa). Senti-me mal, sem forças para vir cá e escrever, de dizer ao mundo tudo aquilo que me vai na minha cabeça, mas simplesmente não tinha forças. Não tem interesse nenhum isto que estou a escrever, mas lá no fundo sinto que preciso de afirmar isto em algum lugar, de admitir a mim mesma o estado em que estava, cansada fisicamente e mentalmente também, sinto que preciso de escrever para deitar por terra aquele peso que me tem assombrado durante as ultimas semanas e poder seguir em frente, com novos projectos para o futuro e uma luz ao fundo do túnel. Sobre estes novos projectos falarei um dia, quando as dúvidas se transformarem em certezas .

 

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"Começo a conhecer-me. Não existo. Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram, ou metade desse intervalo, porque também há vida ... Sou isso, enfim ... Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor. Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo. É um universo barato. " Álvaro de Campos

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